segunda-feira, 4 de abril de 2011

Carta de amor ridicula...

Tão doce te amar, em silêncio, de longe, sem ninguém imaginar o quanto e como esse amor se manifesta.
A leveza de quando nossas almas se encontram e sorriem é tão gostosa que parecemos voar de mãos dadas.
O céu é ilimitado, pois tudo irradia um brilho e calor especial, diferente quando estamos próximos, é como
um sol que ilumina, aquece e alimenta.
Não sei como isso foi acontecer, aos poucos, foi surgindo...
Ninguém pede, ninguém manda nele, essa casa dos sentimentos antagônicos e até engraçados que se chama coração.
Assumir? Não sei! Temo...
Nunca, é isso, nunca, talvez quem sabe um dia... Mesmo que não possa vivenciar nada mais que amizade, vou desfrutar da alegria do seu sorriso e de minhas explosões de felicidade ao chegar próxima a você.
Os meus espasmos de alegria são todos para você, meu amor sonhado e imaginado, quem me inspira e faz feliz, do seu jeito...
Eu te amo...

Cristiana Passinato

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:: respostas... ::

Quase nunca as tenho...
Mas sempre as vou esperar...
Nunca deixarei de respirar...

Poesias da Cris